Livros Recentes

Arthur Schopenhauer - Como vencer um debate sem precisar ter razão

SINOPSE: Arthur Schopenhauer (1788-1860) deixou inconcluso este livro breve e perturbador com que desmascara os esquemas da argumentação maliciosa e falsa. Por mais de um século a 'Dialética Erística' ficou praticamente ignorada, até que o renascimento dos estudos sobre retórica e persuasão viesse tirá-la do esquecimento, mostrando seu potencial explosivo. Nesta edição, o texto é enriquecido por extensos comentários e acréscimos do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, que seu 'O imbecil coletivo' consagrou como um expert no desmascaramento da pseudo-argumentação.


Paul Johnson - Tempos Modernos

SINOPSE: A obra analisa eventos mundiais ocorridos a partir dos anos vinte aos oitenta, discorrendo sobre questões de natureza econômica, militar, política e psicossocial. Paul Johnson passa, neste livro, a seguinte mensagem – o progressivo abandono da ordem liberal-democrática substituída por diferentes formas e graus de totalitarismo, autoritarismo, intervencionismo e engenharia social, resultou em guerras, servidão, genocídio e os mais variados abusos, sem ao menos oferecer a contrapartida efetiva da eliminação da pobreza e suas mazelas.


José Ortega y Gasset - A desumanização da arte

SINOPSE: Uma das principais críticas feitas por José Ortega y Gasset à produção artística moderna foi sua “desumanização”. Para o filósofo espanhol, a arte se encheu de esquemas, abriu mão de sua própria realidade e se voltou para um grupo seleto de apreciadores – todos eles convictos dos princípios “reflexivos” propostos. A função principal da arte, assim, deixou de ser cumprida; ela já não representa mais a intimidade do homem com o mundo, a sua compreensão irreal da realidade.
É preciso recuperar esta dimensão da arte, verdadeira “operação espiritual entre o homem e o mundo”. O artista não faz cópias do mundo – nem apenas obras críticas – mas cria novos mundos virtuais com seu engenho, fazendo da arte realidade autônoma.


Carlos Alberto Brilhante Ustra - Rompendo o silêncio

SINOPSE: O autor conta parte de sua vida, narra algumas passagens da Guerrilha Urbana que tentaram implantar no país, relata fatos em num documento que traz à luz episódios desconhecidos da maior parte dos brasileiros e também transforma as suas declarações numa peça de valor para um julgamento isento do leitor.


Ben Parry Davies - Inglês em 50 aulas

SINOPSE: Por meio de lições bem explicativas, Inglês em 50 Aulas é a fonte confiável e inesgotável das informações que faltavam para a assimilação rápida, fácil e efetiva do Inglês. Aliando a técnica única e a importância de um verdadeiro autor best-seller, o resultado é uma obra indispensável a todos que querem ou precisam aprender a língua mais falada e difundida do mundo atual.


Robert Greene - A arte da sedução

SINOPSE: Charme, persuasão, capacidade de criar ilusões. Esses são alguns dos fascinantes talentos do Sedutor, a figura atraente que é capaz de manipular, confundir e dar prazer, tudo ao mesmo tempo. Quando elevada ao nível da arte, a sedução, uma forma sutil e indireta de poder, já derrubou impérios, venceu eleições e escravizou grandes mestres. Robert Greene mais uma vez identifica as regras de um jogo amoral e eterno, e aponta o caminho-mestre: como encantar, quebrar resistências e, por fim, forçar a rendição de um alvo. O livro é a cartilha indispensável para se atingir a essência de uma das maiores armas da história.

G. K. Chesterton - Tremendas Trivialidades

SINOPSE: Tremendas Trivialidades reúne 39 crônicas do grande G. K. Chesterton que buscam mostrar ao leitor que não existem coisas desprovidas de interesse, triviais, mas apenas pessoas que não se interessam suficientemente por elas. O livro é um convite ao leitor para ver nas pequenas coisas não a sua beleza, mas sua grandeza.
De fato, “A grandeza das pequenas coisas” bem poderia ser o título do livro. Chesterton estende sua lupa de investigador da alma humana em busca da unidade por trás da multiplicidade de episódios cotidianos, nos mostrando que seu mundo é ainda maior e mais admirável.


Zygmunt Bauman - Amor Líquido

SINOPSE: Neste livro, o autor investiga de que forma as relações parecem tornar-se cada vez mais 'flexíveis', gerando níveis de insegurança maiores. Segundo Bauman, a prioridade a relacionamentos em 'redes', as quais podem ser tecidas ou desmanchadas com igual facilidade - e frequentemente sem que isso envolva nenhum contato além do virtual -, faz com que as pessoas não saibam mais manter laços a longo prazo. Esta obra procura alertar que não apenas as relações amorosas e os vínculos familiares são afetados, mas também a capacidade de tratar um estranho com humanidade é prejudicada.


Arthur Schopenhauer - Dores do mundo

SINOPSE: Considerada uma das obras clássicas da filosofia alemã, As dores do mundo apresenta uma série de reflexões sobre a existência, propondo uma nova forma de se pensar a dor e a felicidade. Temas como o amor, a morte, a arte, a moral, a religião, a política, o homem e a sociedade ilustram a teoria exposta por Schopenhauer na presente obra.Indicada a todos os estudiosos e pensadores da conduta humana, quer ligados às áreas da própria filosofia, da sociologia, da religião, como a profissionais de toda e qualquer área em que se faça necessário o entendimento dos meandros que constituem a base do comportamento humano. 

O filósofo traz reflexões sobre a existência, cuja finalidade, segundo ele, seria a
própria dor, constituindo-se o mundo num lugar de expiação. Para 
Schopenhauer, faz-se necessário refutar as premissas estabelecidas pelos 
sistemas metafísicos que entendem o mal como algo negativo. Pois, do seu 
ponto de vista, ao contrário do bem, o mal é que deve ser considerado positivo, 
uma vez que somente ele se faz, de fato, sentir. O autor tece aqui suas 
considerações fundamentando-se na teoria de que “O bem, a felicidade, a 
satisfação são negativos porque não fazem senão suprimir um desejo e terminar um desgosto (...), em geral, achamos as alegrias abaixo da nossa 
expectativa, ao passo que as dores a excedem sobremaneira”.

Theodore Dalrymple - A vida na sarjeta

SINOPSE: Este livro é um relato pungente da vida da subclasse inglesa – e das razões de as pessoas persistirem nessa vida – escrito por um psiquiatra que cuida de uma clientela de baixa renda em um hospital de periferia e dos detentos de uma penitenciária de Londres. A percepção fundamental do Dr. Dalrymple é a de que a pobreza continuada não tem causas econômicas, mas encontra fundamento em um conjunto de fatores disfuncionais, continuamente reforçados por uma cultura de elite em busca de vítimas. O livro apresenta dezenas de relatos reveladores e verídicos que são, ao mesmo tempo, divertidos, assustadoramente horríveis e bem ilustrativos, escritos em uma prosa que transcende o jornalismo e alcança a qualidade de verdadeira literatura.


Seneca - Sobre a tranquilidade da alma

SINOPSE: "Sobre a tranquilidade da alma", texto que dá nome a este livro, traz um diálogo entre Sêneca e seu amigo Sereno, que lhe pede esclarecimentos para aplacar a sua angústia interior e chegar a um estado de tranquilidade. Neste texto, Sêneca discursa sobre como contornar os obstáculos que impedem a paz e apresenta reflexões sobre a busca da serenidade e a importância do conhecimento interior. Para uma vida plena – recomenda – é necessário o afastamento dos bens materiais e daquilo que traz infelicidade; somente assim se iniciaria o processo de aprimoramento espiritual.
Essa obra foi traduzida do latim por Lúcia Sá Rebello e Ellen Itanajara Neves Vranas. Lúcia é também autora da introdução do livro, na qual discorre sobre a notória vida do escritor e filósofo, que foi tutor e, posteriormente, conselheiro do imperador Nero.
Influenciado pela escola estóica e também pelos ideais epicuristas, Sêneca refletiu sobre as mais profundas contradições da condição humana, questionamentos universais, que acompanham a sociedade desde o início da Era Cristã até a atualidade. Sua filosofia aborda a busca da felicidade, o medo da morte, as desilusões, a amizade e levanta uma das principais questões dos nossos dias: como conjugar qualidade de vida e tempo escasso.


Roger Scruton - Beleza

SINOPSE: Roger Scruton nos convida aqui a refletir a respeito da beleza e do lugar que ela ocupa em nossas vidas. Sua abordagem não é histórica nem psicológica, mas filosófica, levantando questões a respeito da subjetividade da beleza, dos critérios para julgar uma obra de arte, da existência de um fundamento racional para o gosto, da relação entre tradição, técnica e gosto, entre outras.


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